CAUSAS POTENCIAIS POR CATEGORIA (6M)
Em vermelho, as hipóteses que seguiram para a Matriz Causa × EfeitoMétodo
- Ajuste do operador de porta feito "no olho", sem folgas e torques de referência por família
- Rota dimensionada só por nº de elevadores, sem tempo mínimo — checklist executado parcialmente
- Nenhuma regra de escalonamento de equipamento repetitivo para a engenharia de campo
Mão de obra
- Produtividade medida por visitas/dia — incentivo a encurtar a preventiva
- Técnicos com menos de 2 anos sem mentoria nas linhas antigas
- Rodízio de rotas dificulta conhecer o histórico do equipamento
Máquina
- 18% da carteira com mais de 15 anos e alta utilização
- Operador de porta eletromecânico das linhas antigas exige ajuste fino
- Instrumentos de medição defasados em parte dos veículos
Efeito (Y)
8,9% das preventivas geram rechamada em até 30 dias na filial São Paulo
~872 rechamadas/mês · R$ 183 mil/mês · disponibilidade 98,1% vs SLA 99% · meta ≤ 4,5%
Material
- Veículo sem kit de peças de desgaste (coxins, contatos, deslizadores) — troca só após a falha
- Reposição de peça pelo CD em d+2 obriga segunda visita
- Peças das linhas antigas com fornecimento irregular
Medição
- Checklist em papel — execução parcial invisível ao sistema
- Tempo de preventiva não medido nem acompanhado
- Rechamada sem classificação de causa no FSM
Meio ambiente
- Trânsito de São Paulo comprime as janelas entre condomínios
- Poços e casas de máquinas com poeira e umidade nos prédios antigos
- Pressão do síndico por visita rápida e discreta
Saída do Ishikawa: 19 hipóteses levantadas nos 6M. As 8 mais votadas seguiram para a
Matriz Causa × Efeito, que priorizou 4 (corte ≥ 116 pontos); os 5 Porquês em campo comprovaram
3 causas-raiz — ajuste de porta sem procedimento, rota sem tempo mínimo com checklist parcial e ausência de kit
de desgaste embarcado — e a análise de dados comprovou a quarta (repetitivos nunca escalados). Juntas, explicam
92% do Pareto (571 de 620 rechamadas).