1. MATRIZ DE PRIORIZAÇÃO
Correlação causa × requisito: 0 = nenhuma · 1 = fraca · 3 = moderada · 9 = forte| Causa potencial (do Ishikawa) | Categoria 6M | Rechamada ≤ 4,5% (peso 10) |
Disponibilidade ≥ 99% — SLA (peso 8) |
Satisfação do síndico e retenção (peso 6) |
Total | Decisão |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1. Ajuste do operador de porta sem procedimento por família ("no olho") | Método | 9 | 9 | 3 | 180 | Priorizada |
| 2. Rota por contagem, sem tempo mínimo — checklist executado parcialmente | Método | 9 | 9 | 1 | 168 | Priorizada |
| 3. Peça de desgaste sem troca proativa (sem kit embarcado no veículo) | Material | 9 | 3 | 3 | 132 | Priorizada |
| 4. Equipamento repetitivo sem escalonamento para a engenharia de campo | Método | 9 | 1 | 3 | 116 | Priorizada |
| 5. Produtividade medida por visitas/dia, sem indicador de qualidade | Mão de obra | 3 | 3 | 3 | 72 | Monitorar |
| 6. Checklist em papel, sem registro do que foi executado | Medição | 3 | 3 | 1 | 60 | Absorvida pela S1 (checklist digital) |
| 7. Técnicos com menos de 2 anos sem mentoria nas linhas antigas | Mão de obra | 3 | 1 | 3 | 56 | Fase Melhorar (mentoria — S6) |
| 8. Reposição de peça pelo CD em d+2 (segunda visita) | Material | 3 | 1 | 1 | 44 | Monitorar |
Pesos dos requisitos (CTQ): rechamada ≤ 4,5% = 10 · disponibilidade ≥ 99% (SLA) = 8 · satisfação do síndico e retenção de contratos = 6
Total = Σ (correlação × peso). Ex.: causa 1 → 9×10 + 9×8 + 3×6 = 180
2. LEITURA E PRÓXIMO PASSO
O corte natural ficou em ≥ 116 pontos: as causas 1, 2, 3 e 4 seguiram para comprovação com dados.
Os 5 Porquês em campo confirmaram as causas 1–3 como causas-raiz (79% das rechamadas de porta com folga fora
do padrão; 3,1× mais rechamada nas preventivas < 35 min; 74% das falhas de peça com desgaste anotado e não trocado).
A causa 4 foi comprovada por análise de dados — 62% das rechamadas em 18% da carteira, nenhum repetitivo com
plano aberto — e virou a regra de escalonamento da fase Melhorar. Juntas, respondem por 92% do Pareto
(571 de 620).