CAUSAS POTENCIAIS POR CATEGORIA (6M)
Em vermelho, as hipóteses que seguiram para a Matriz Causa × EfeitoMétodo
- Pedido de argamassa/concreto por estimativa do mestre, sem quantitativo de paginação
- Corte de cerâmica começando pelo canto, sem plano de paginação
- Gesso aplicado sem controle de espessura (projeto = 5 mm)
Material
- Argamassa ensacada endurece após o preparo (sobra sem uso no dia)
- Cerâmica sem modulação compatível com as medidas de projeto
- Madeira de forma reutilizada além do ciclo recomendado (quebra)
Mão de obra
- Equipes sem treinamento em paginação e aproveitamento de corte
- Empreiteiro pago por produção, sem meta de resíduo no contrato
- Rotatividade nas equipes de revestimento
Efeito (Y)
Geração de 0,182 m³ de resíduo por m² construído na torre 2
52% acima da referência do setor (0,12) · 1.240 m³/trimestre no canteiro · meta ≤ 0,13 m³/m²
Máquina
- Masseiras no pavimento sem controle de traço (mistura a olho)
- Serra de bancada única por pavimento gera corte apressado
- Grua compartilhada atrasa a subida de kits (pedidos "para garantir")
Medição
- Nenhum apontamento de resíduo por pavimento/frente
- Volume de caçamba declarado sem conferência ("coroamento")
- Indicador m³/m² não acompanhado na rotina da obra
Meio ambiente
- Baias de segregação distantes das torres e insuficientes
- Layout do canteiro força dupla movimentação do entulho
- Chuva danifica material estocado descoberto
Saída do Ishikawa: 18 hipóteses levantadas nos 6M. As 8 mais votadas seguiram para a
Matriz Causa × Efeito, que priorizou 4 (corte ≥ 116 pontos); os 5 Porquês no gemba comprovaram
3 causas-raiz — pedido por estimativa sem paginação, corte de cerâmica sem plano e gesso acima da espessura
de projeto — que explicam 79% do volume do Pareto (980 de 1.240 m³).